segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

DF: Plano ABC conta agora com sistema geoprocessamento

Ferramenta vai ajudar no monitoramento dos recursos aplicados
 

Brasília/DF
O Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tem uma nova ferramenta de consulta e monitoramento.

Desenvolvida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o Mapa, o sistema de geoprocessamento vai auxiliar na espacialização da informação, mostrando em tempo real onde estão sendo aplicados os recursos do ABC.

“O sistema permite visualizar, por meio de mapas, as áreas onde o ABC está sendo implantado”, conta Sérgio Paganini, da Esalq, que junto com os técnicos Alberto Barreto e Rodrigo Maule, desenvolveram a ferramenta, sob a coordenação de Gerd Sparovek.

O geoproecessamento vai agilizar o acompanhamento da evolução do ABC, permitindo que o usuário tabule os dados por estado ou por linha do programa, além de geração de mapas que indicam como as diferentes regiões estão aplicando os recursos.

Para o secretário Caio Rocha, da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC/Mapa), tecnologias como essa têm sido um dos diferenciais da agricultura brasileira. “Essa ferramenta vai modernizar o ABC, possibilitando a criação de um banco de dados que vai permitir um maior controle do programa”, afirma.

O ABC
O programa é dividido em sete eixos - seis de adaptação ao processo de mudança climática e um de mitigação. O planejamento e adoção de tecnologias de produção sustentáveis envolvem a recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta (Ilpf), sistemas agroflorestais (SAFs), sistema plantio direto (SPD), fixação biológica de nitrogênio (FBN), florestas plantadas, tratamento de dejetos animais e adaptação às mudanças climáticas.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Fonte: Página Rural, 12 de janeiro

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Solo bem nutrido gera mais lucro ao produtor

Recuperação de pastagens é uma das recomendações essenciais para que produtor mantenha boa produtividade

O sistema de produção integração Lavoura-Pecuária (iLP) visa integrar os componentes pecuário e agrícola (em rotação, consórcio e sucessão) na mesma área, em um mesmo ano agrícola ou por vários anos.

Um dos objetivos do iLP é buscar soluções eficazes para o setor produtivo. A recuperação de pastagens degradadas é uma das recomendações essenciais para que o produtor mantenha uma boa produtividade sem precisar expandir a área plantada.

O pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG), Antônio Marcos Coelho, esclarece que na maioria das regiões produtivas do Brasil predomina o solo com baixa fertilidade natural e com alta acidez.

Em consequência, ocorre a necessidade de importação de fertilizantes. Para a safra de 2011/2012 foi necessário importar 70% dos insumos, o que representou um gasto de nove bilhões de dólares.

"Esse percentual tem crescido a uma taxa de 4% ao ano no Brasil. Por isso, para reverter essa situação, é necessário construir a fertilidade dos solos, usando tecnologias mais eficientes, que permitam reduzir o uso de fertilizantes", afirma.

O manejo da fertilidade do solo começa com uma boa amostragem para análise química e física de fertilidade. O diagnóstico da análise permitirá fazer um planejamento da adubação, considerando as culturas que vão compor os sistemas de produção, a exemplo do milho consorciado.

"Temos que observar também as exigências nutricionais das culturas e compor o solo com os nutrientes necessários para a cultura mais exigente. Isso nos dá como retorno maior sustentabilidade do sistema e ganhos econômicos", coloca Antônio Marcos.

O calcário e o gesso agrícola são dois insumos utilizados para corrigir o solo. Assim como para fazer a calagem, o resultado da análise de solo permitirá mensurar, também, a necessidade ou não de aplicação de gesso.

A quantidade de gesso é determinada após a verificação do grau de acidez na camada subsuperficial do solo, abaixo dos 20 cm de profundidade.

"Se essa camada apresentar grau de acidez que prejudique a planta, bem como baixo teor de cálcio, é justificado o uso do gesso agrícola. O gesso proporcionará uma melhoria da fertilidade do solo e maior desenvolvimento do sistema radicular da planta. Consequentemente, haverá maior tolerância da cultura aos períodos de déficit hídrico", orienta Antônio Marcos.

O representante da Agronelli – Insumos Agrícolas, João Donizette do Amaral Júnior, ressalta que o gesso agrícola é um fertilizante condicionador de solos, porque é uma fonte eficiente de cálcio e enxofre, promove maior desenvolvimento radicular em profundidade e permite a redução da saturação por alumínio.

"O gesso agrícola aumenta a eficiência agronômica no aproveitamento dos fertilizantes e promove maior resistência da planta à seca e maior acesso ao volume de água e nutrientes disponíveis no solo", diz.

Ao fazer o planejamento da adubação para o cultivo de gramíneas o produtor deve observar, na análise laboratorial, todos os micronutrientes necessários para o solo e dar especial atenção aos elementos zinco e boro, que são limitantes para a produtividade do solo.

Antônio Marcos alerta para a necessidade de se fazer a adubação nitrogenada de cobertura, principalmente para o cultivo de gramíneas como o milho e a brachiaria para pastagem.

Para isso, o produtor precisa observar o resultado da análise química do solo e determinar qual potencial produtivo deseja alcançar na safra. "As exigências nutricionais das culturas em relação aos componentes nitrogênio, fósforo e potássio (NPK) também devem ser avaliadas" afirma.

Cama de frango é uma alternativa de adubo orgânico

A cama de frango é um adubo orgânico que pode ser utilizado para a preparação do solo nos sistemas de iLP. É uma compostagem eficiente para eliminar agentes patogênicos, evitar a infestação de moscas e a proliferação de pragas de solo como cupins e larvas de besouros.

O gerente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), Walfrido Machado Albernaz, informa que a região de Sete Lagoas (MG) tem a maior produção desse fertilizante natural no Estado.

"A adubação com a cama-de-frango permanece por mais de um ano. Porém, antes de aplicar esse recurso, o produtor deve fazer a análise de solo e do composto para a adubação, de acordo com a exigência nutricional da cultura a ser semeada, para, se necessário complementar com adubo químico", diz.

De acordo com a Emater, a análise do fertilizante orgânico, que neste caso é a cama de frango, é necessária para determinar a quantidade de nitrogênio, fósforo e potássio que o fertilizante possui.

Além de nitrogênio, potássio e fósforo, enxofre, zinco, cálcio, magnésio, ferro, cobre e outros micronutrientes,  a cama de frango também possui matéria orgânica.

A matéria orgânica melhora a capacidade de armazenamento de água, facilita o crescimento das raízes das plantas e retém água e nutrientes no solo.

"Para ser mais viável como fertilizante, a cama de frango deverá ser compostada usando-se aditivos biológicos e químicos, como fosfato, gesso, etc. Além disso, a mistura da cama de  frango com o esterco bovino pode favorecer a compostagem, pois melhora a relação carbono-nitrogênio", afirma Albernaz.

Walfrido considera que são necessários mais investimentos em pesquisa para o desenvolvimento de melhorias contínuas no processo de compostagem, na distribuição e na transferência da tecnologia para os produtores.

Ele destaca também a necessidade de haver maior fiscalização do uso irregular da cama de frango para incentivar sua melhor utilização como fertilizante.

Pastejo de animais favorece a recuperação do solo

A pastagem realizada em área degradada faz o rebanho bovino produzir mais gás metano e ocasiona o aumento da emissão de gases de efeito estufa, além de prejudicar o desenvolvimento dos animais.

"No sistema integração Lavoura-Pecuária recomenda-se ao produtor fazer a rotação das culturas e dos pastos, para beneficiar os dois sistemas. O manejo adequado propicia ganho de peso para os animais nos períodos de seca e equilíbrio na época de chuva", orienta o médico veterinário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fabiano Alvim.

Outro benefício de pastagens intensificadas é evitar a desertificação do solo.

"Muitas áreas desertas decorrem da ausência de herbívoros. O pastejo com animais pode reverter a situação. Além disso, para o pecuarista, uma área bem tratada, proporciona maior produção de leite ou de carne, com menos animais", afirma Leovegildo Lopes de Matos, pesquisador da Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora/MG).

"O solo é o principal recurso do produtor, de onde ele deve tirar o recurso (forragem e grãos) para alimentar melhor o rebanho. O gado bem alimentado tem mais saúde e gera mais lucro", afirma Matos.

Garantia de safra

Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) é uma das instituições financeiras que incentivam os produtores que adotam os sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), por meio do "Projeto Rural Sustentável".

De acordo com o gerente, Tiago Araújo Mendes, o projeto busca levar tecnologias para serem implementadas no campo, a fim de evitar perdas de safras e apoiar o produtor com financiamentos e capacitação técnica e gerencial.

Fonte:
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Fonte: Portal Brasil, 7 de janeiro

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Intensificar pecuária pode liberar 44 milhões de hectares de pastagens

Se a intensificação da pecuária elevasse, até 2022, a média nacional de lotação de bois nos pastos de 1 para 1,3 cabeça por hectare - aumento de 30% - , seria possível acomodar todo o rebanho bovino em uma área menor. Isso liberaria cerca de 44 milhões de hectares para o avanço de bioenergia, florestas plantadas e grãos, especialmente soja. Tudo isso sem a necessidade de conversão de novas áreas de florestas nativas.

Dados como esse estão em estudo sobre a atual situação das pastagens no Brasil, que será lançado nesta quinta-feira (11/12), durante o workshop “Radiografia das Pastagens”, em Brasília. O objetivo do trabalho é identificar onde estão as áreas de melhor e pior pasto no Brasil, dimensionar a importância de um pasto produtivo na diminuição da emissão de gases causadores do efeito estufa e na diminuição do desmatamento, e orientar regionalmente as políticas públicas de intensificação sustentável da pecuária nacional.

A pesquisa é fruto de parceria da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) e Universidade Federal de Goiás (UFG). Com o estudo, a SAE pretende colaborar na orientação de políticas públicas, incluindo as voltadas para o crédito e extensão rural afetas ao setor agropecuário. O primeiro passo é esse estudo subsidiar as ações do Núcleo de Inteligência Territorial (NIT) no Ministério da Agricultura (Mapa). O NIT será um orientador na formulação de políticas agropecuárias.

Ainda de acordo com os dados levantados pela SAE, o Brasil é o quinto maior país do mundo em território, com 8,5 milhões de km2 de extensão e cerca de 25% da sua área – 2,2 milhões de km2  - ocupada por pastagens. A maior parte do rebanho brasileiro, de 212 milhões de cabeças, é criada em pasto, o chamado boi verde (estima-se que somente 3% do rebanho são terminados em sistema intensivo).

Os resultados do estudo serão apresentados em duas partes: a primeira vai explicitar os dados referentes ao estudo e a segunda parte enfocará outras iniciativas e estudos existentes, abrindo espaço para as colocações dos especialistas presentes, entre eles Susian Martins, do Observatório ABC. O evento será realizado no auditório da SAE, 7° andar, das 9h às 18h, com a participação de instituições de pesquisa, órgãos governamentais, instituições de ensino, entidades de classe e demais atores envolvidos com o tema.

Fonte: Observatório ABC, 10 de dezembro

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Prezados amigos,

Foi uma satisfação recebê-los para o módulo sobre "Manejo da irrigação em pastagens", do Projeto ABC TO.

Espero que todos tenham feito um ótimo retorno e que daqui pra frente tenham condições de prestar assistência técnica de qualidade na área de irrigação.

Seguem os acessos às apresentações e todo o material de apoio.


Saudações,





02/012/2014 - terça-feira (manhã)

Sistema Brasileiro de Classificação de Terras para Irrigação - SiBCTI
Deivison Santos
Engenheiro Agrônomo, M. Sc.
Pesquisador
Embrapa

https://drive.google.com/file/d/0B82a9ScfqctGNFdJSmx4TmIxWEE/view?usp=sharing

02/12/2014 - terça-feira (tarde)
Irrigação de Pastagens - Aspectos Básicos
Deivison Santos
Engenheiro Agrônomo, M. Sc.
Pesquisador
Embrapa

https://drive.google.com/file/d/0B82a9ScfqctGekRJNG5FRTB4WWc/view?usp=sharing

03/12/2014, quarta-feira (manhã)

Manejo de Irrigação
Antônio Humberto Simão
Engenheiro Agrônomo, M. Sc.
Fiscal Federal Agropecuário
DPDAG/SFA-TO/MAPA

https://drive.google.com/file/d/0B82a9ScfqctGQ3Y1eVlUX0FEWHc/view?usp=sharing

Exercícios
https://drive.google.com/folderview?id=0B82a9ScfqctGVzRySU5ZeW91ZjA&usp=sharing


03/12/2014, quarta-feira (tarde)

Aspectos Básicos de Dimensionamento de Irrigação
Alexandre Barreto Almeida dos Santos
Engenheiro Agrônomo, M. Sc.
Professor
Faculdade Católica do Tocantins

https://drive.google.com/file/d/0B82a9ScfqctGcExPdlluUGV3bms/view?usp=sharing

Material de apoio

https://drive.google.com/folderview?id=0B82a9ScfqctGZU5uNTF0QkJCR2c&usp=sharing

Apostila do curso

https://drive.google.com/file/d/0B82a9ScfqctGUDM1WEw3U0hjN0k/view?usp=sharing

04/12/2014, quinta-feira (manhã)

Aula prática: Determinação do CUC e CUD
Estância Santa Clara, Porto Nacional - TO

Extensionistas do Ruraltins avaliando a vazão e pressão dos aspersores em piquete de Panicum maximum cv. Mombaça, Porto Nacional/TO. Foto: Deivison Santos


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Grupo do Plano ABC Tocantins planeja cursos para os próximos três anos

01/12/2014 - Camila Furtado – Ascom/Seagro

Com apenas quatro anos de criação, o Plano ABC já mostra bons resultados relacionados principalmente, ao desenvolvimento dos produtores rurais do Tocantins. Durante a manhã desta segunda-feira, dia 1°, membros da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), por meio do Grupo Gestor do Plano ABC Tocantins, se reuniram com técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado (Ruraltins) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para discutir o planejamento de ações do Plano para os próximos anos. O evento ocorreu no auditório do Senar-TO, e teve em sua programação, além da apresentação do Plano ABC, o projeto FIP ABC Cerrado e o planejamento dos seminários e cursos que devem ser realizados a partir de 2015.

Durante a apresentação, o coordenador do Plano ABC no Tocantins e coordenador de Transferência de Agrotecnologia da Seagro, Fernando Garcia, destacou que muitas ações foram realizadas neste ano e a partir de 2015, o planejamento envolve cursos e seminários. “A ideia é dar continuidade as atividades já iniciadas neste ano, além das propostas que devem ser desenvolvidas entre 2015 e 2017, com a meta de realizar 80 cursos e dois seminários no Estado”, conclui Garcia.

O engenheiro agrônomo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/Tocantins), Darlúcio Veras Parrião, que na oportunidade apresentou o Plano ABC – Cerrado, ressaltou que o ABC ligado ao Cerrado, destaca uma série de discussões envolvidas principalmente com o desenvolvimento sustentável das áreas estaduais. “O projeto tem como objetivo, promover no âmbito do cerrado, a capacitação de produtores e de técnicos que trabalham no meio rural”, enfatiza o engenheiro.

Ainda de acordo com Parrião, além dos benefícios técnicos que o projeto traz para os produtores rurais, também faz parte do Plano, estimular e melhorar o conhecimento deste público relacionado ao desenvolvimento sustentável e às linhas de crédito para o produtor.

Também presente na ocasião, o coordenador do curso de Gestão Ambiental da Faculdade Católica do Tocantins, Thiago de Lazari, disse que é de total relevância que as instituições preparem os acadêmicos para esta visão relacionada ao desenvolvimento rural, defendida pelo Plano ABC. “As instituições do Estado devem se preocupar em passar o conhecimento necessário para que estes futuros profissionais possam oferecer serviço de qualidade à comunidade, com a preparação adequada”, explica.

Revisão: Andressa Figueiredo

Fonte:  site do Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins, 1º de dezembro


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Tocantins é um dos Estados inseridos no Projeto ABC Cerrado

Plano usa tecnologias agrícolas para diminuir emissões de carbono; principal objetivo é difundir práticas agrícolas sustentáveis

Oitos Estados brasileiros, entre eles o Tocantins e o Distrito Federal estão inseridos no Projeto ABC Cerrado, que trará num período de três anos os processos tecnológicos para a recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, sistema de plantio direto e florestas plantadas. O principal objetivo do projeto é difundir práticas agrícolas sustentáveis para que os Estados reduzam as emissões de gases de efeito estufa.

De acordo com o coordenador do Plano ABC no Tocantins e coordenador de Transferência de Agrotecnologia da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), Fernando Garcia, o ABC Cerrado é um projeto específico que vai instrumentalizar os projetos que já estão em andamento nos Estados cobertos com o bioma cerrado, para que adotem cada vez mais um sistema sustentável.

Para a fiscal federal agropecuário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kátia Marzall, todas as ações são coordenadas pelo órgão, executadas pelo Sistema Nacional de Aprendizado Rural (Senar) financiado pelo Banco Mundial. “O projeto vem complementar as ações que já estão em andamento no Tocantins dentro do Plano ABC, dando resposta aos esforços dos vários atores que estão envolvidos”, explicou.

Reunião
 

O projeto foi tema da 6ª Reunião do Grupo Gestor do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) de 2014, realizada na tarde dessa quinta-feira, 16, no auditório da Seagro, com a participação das instituições integrantes para conhecerem mais sobre o assunto.

O coordenador do Plano ABC no Tocantins, Fernando Garcia, apresentou as atividades realizadas pelo projeto desde a sua implantação. Ele falou das capacitações, oficinas de planejamento e sobre a elaboração do plano, o decreto nº 5.000/2014 e inserção das suas ações no Plano Plurianual da Seagro. 


Também foi apresentado o calendário de execução de atividades realizadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-TO) dentro do plano, além de discutirem o cronograma para o projeto ABC Cerrado, observando as especificidades, municípios prioritários, demandas, sensibilização e cursos a serem realizados.

Segundo o secretário executivo da Agricultura e Pecuária, Ruiter Padua, o Tocantins foi contemplado com todas as ações do projeto. ”Inclusive com a assistência técnica, e isso garante ao Tocantins um trabalho com adoção de tecnologias focadas em resultados certos e que trarão a qualidade de vida”, informou.

Participantes
 

Estiveram presentes na reunião representantes da Seagro, Mapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Senar/TO, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto Federal do Tocantins (IFTO), Banco do Brasil, Organização das Cooperativas Brasileiras no Tocantins (OCB-TO), Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (Semades), Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec).

Fonte: Cleber Toledo, 17 de outubro 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Grupo gestor apresenta projeto ABC Cerrado Tocantins nesta quinta

A Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), como Coordenadora do Grupo Gestor do Plano ABC/TO (Agricultura de Baixo Carbono), se reunirá com 22 instituições integrantes do grupo para apresentar o projeto ABC Cerrado Tocantins. Na reunião serão apresentadas as ações do projeto em nível regional e nacional. O encontro acontece nesta quinta-feira, 16, às 14 horas, no gabinete da Seagro, em Palmas.

Na ocasião, o coordenador do grupo gestor no Tocantins, Fernando Garcia fará uma explanação das atividades desenvolvidas do Plano ABC no Estado desde 2010. Já a Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kátia Marzal, apresentará o projeto ABC Cerrado em âmbito nacional.

Projeto ABC Cerrado

Na oportunidade, representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/TO), apresentam o projeto ABC Cerrado Tocantins, sendo mais uma nova ação do plano ABC para ser implantado em nove estados do bioma cerrado.

A intenção do projeto ABC Cerrado é atender os oito estados do Bioma Cerrado (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Bahia, Piauí e Minas Gerais) e o Distrito Federal, num período de três anos, com a promoção de quatro processos tecnológicos: recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, sistema de plantio direto e florestas plantadas.

O projeto prevê a realização de seminários de sensibilização e divulgação nos estados participantes, monitoramento, capacitação tecnológica de produtores e gerentes de propriedades e instrutores, além de treinamento dos técnicos que atuarão na assessoria em campo para os produtores. A expectativa é que as primeiras ações práticas aconteçam em 2015. (Ascom Seagro)

Fonte: Conexão Tocantins, 15 de outubro