segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Apresentações da UAT no Centro Agrotecnológico de Palmas

Bom dia pessoal!

Atendendo às solicitações estamos disponibilizando os arquivos referentes às apresentações realizadas por mim (Cláudio Barbosa) e pelo Dr. Emerson Borghi na UAT.

 É só clicar nos links abaixo para baixar para o PC:

 https://docs.google.com/file/d/0B53U_K3SRUY9QWFUd0k0bVBUZDg/edit?usp=sharing 

https://docs.google.com/file/d/0B53U_K3SRUY9dE02WEhMZlNpbmM/edit?usp=sharing

Lembrem-se do prazo de finalização do diagnóstico e planejamento.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Material do módulo sobre iLPF (Palmas, 03 a 05/09/2013)

Prezados amigos,

Segue o material (em PDF) apresentado durante o quarto módulo do "Projeto de Transferência de Tecnologias para Consolidação de uma Agricultura com Baixa Emissão de Carbono no Tocantins" (ABC-TO), sobre integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), que aconteceu no auditório da Embrapa Pesca e Aquicultura entre os dias 03 e 05 de setembro de 2013, em Palmas - TO.

Clique no tema das palestras para baixar os documentos.



Saudações,



03/05/2013
Luiz Adriano Maia Cordeiro - Embrapa Cerrados

Fundamentos técnicos para implantação da iLPF 


Maurel Behling - Embrapa Agrossilvipastoril

Implantação e condução do componente florestal em iLPF 


04/05/2013

Armindo Neivo Kichel - Embrapa Gado de Corte

Implantação dos sistemas Barreirão e Santa Fé em propriedades de gado de corte

Barreirão e Santa Fé

Apostila Produção de pastagens tropicais

Sistema São Mateus

Comunicado Técnico: Sistema São Mateus

Flávio Jesus Wruck - Embrapa Arroz e Feijão

Gestão econômica na iLPF


05/09/2013

Acesso a material sobre o Gerenpec

Adesivo da prancheta

Tabelas para interpretação da análise química de solo e recomendação de adubação




quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Unidade de Aprendizagem Tecnológica - UAT Centro Agrotecnológico de Palmas

Prezados amigos,

Estas imagens são da unidade da UAT do Centro Agrotecnológico de Palmas que iremos visitar no terceiro dia do Módulo T3.


Imagem 1 - Implantação do Sistema iLPF, componentes (ano 0) - Milho, B. ruziziensis e Eucalipto, fevereiro de 2013.

Foto: Fábio Reynol


Imagem 2 - Consórcio Milho x B.ruziziensis, junho de 2013.
 Foto: Cláudio Barbosa


Imagem 3 - Eucalipto em sistema iLPF seis meses após a implantação, agosto 2013.
 Foto: Deivison Santos

Imagem 4 - Palhada obtida no sistema iLPF, agosto de 2013.
 Foto: Pedro Alcântara

Imagem 5 - Sistema iLPF com renques triplos de eucalipto espaçados em 23 metros, agosto de 2013.

























Foto: Pedro Alcântara

Integração Lavoura Pecuária Floresta

Amigos,

a Fundação Banco do Brasil inclui a iLPF no seu Banco de Tecnologias Sociais. Uma das primeiras ações desta instituição neste âmbito foi a produção de uma cartilha com o passo a passo do processo de implantação do sistema.

Clique aqui para acessar a cartilha.

Notem que alguns dos temas que serão abordados no módulo da próxima semana estão contemplados nos nesta cartilha.

Abraços,

Pedro Alcântara





terça-feira, 27 de agosto de 2013

Módulo T2 - Materiais - Formação e manejo de pastagens

Amigos,

disponibilizamos aqui alguns materiais elaborados pelo Dr. Márcio Lara professor da UFLA e pelo Dr. Vitor Del'Álamo, colaboradores do nosso projeto.

Obrigado Márcio e Vitor por disponibilizarem as apresentações, será muito proveitoso.

Façam bom uso.

Cliquem nos links abaixo para acessar o material.





Abraço,

Pedro Alcântara

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Comitê Nacional atenderá demandas na cadeia produtiva do leite

Foto/Cristiane Vasconcelos
Comitê Nacional atenderá demandas na cadeia produtiva do leite

A cadeia produtiva do leite está presente em todas as regiões brasileiras, constituindo-se em um setor com grande demanda por ações de transferência de tecnologias. Para abrir um canal institucional de atendimento a essas demandas, a Embrapa irá instituir o Comitê Gestor Nacional da ATER do leite com o objetivo de definir uma agenda de transferência de tecnologia para produtores e segmentos da assistência técnica e extensão rural de todo o País.
O Comitê é uma iniciativa interna e inicialmente reunirá cinco representantes de Unidades da Embrapa presentes em cada uma das regiões do País, na busca de soluções de TT que atendam demandas da ATER pública, a partir do levantamento de tecnologias para produtores e ações de capacitação junto aos profissionais de ATER. Segundo o chefe do Departamento de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Fernando Amaral, a estratégia de ação é “consolidar uma agenda que permita a articulação das Unidades e a estruturação de informações sobre as tecnologias disponíveis que possam ser associadas à cadeia do leite”. Futuramente, a atuação do Comitê será estendida à participação de parceiros como o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e empresas de assistência técnica públicas e privadas.
Hoje, o Brasil tem 1,3 milhão de estabelecimentos rurais que produzem leite. Desses, 1,1 milhão são considerados da agricultura familiar. Uma das atribuições do Comitê será definir uma estratégia de governança nacional e regional, promovendo o desenvolvimento da agricultura familiar e o intercâmbio de conhecimentos entre a Embrapa, agricultores familiares e parceiros das agendas de TT. As ações das Unidades terão início pela construção de portfolios de soluções tecnológicas por biomas.
O DTT também vem atuando em outras frentes que irão subsidiar o Comitê Gestor, como por exemplo, o Grupo de Capacitação integrado pelo Departamento, Embrapa Estudos e Capacitação, Embrapa Informação Tecnológica, ambas em Brasília (DF), e MDA, que discute a organização da informação e o levantamento da capacidade de oferta de cursos de todas as Unidades da Embrapa que atuam no tema.
A primeira reunião do Comitê Gestor aconteceu no início de julho, em Brasília, na qual participaram o Diretor de TT da Embrapa, Waldyr Stumpf; o chefe do DTT, Fernando Amaral; o coordenador de articulação e programação do DTT, Edson Guiducci Filho; o chefe geral da Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora, MG), Duarte Vilela; a chefe de TT da Embrapa Gado de Leite, Elisabeth Fernandes; a gerente geral da Embrapa Informação Tecnológica, Selma Beltrão; o chefe de P&D da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), Sérgio Renan Silva Alves; o chefe de TT da Embrapa Rondônia (Porto Velho, RO), Samuel José de M. Oliveira; Luiz Adriano Maia Cordeiro, da Embrapa Cerrados; Anísio Neto, da Embrapa Meio-Norte; e Lilian Pohl, Roselis Simonetti e Augusto Clemente, da coordenação de articulação e programação do DTT.

Entenda o assunto
A Embrapa, por meio da Embrapa Gado de Leite, vem construindo em conjunto com o MDA um programa estratégico para melhorar a eficiência da produção de leite de agricultores que produzem até 100 litros/dia. Dessa articulação surgiu a necessidade de ampliação e envolvimento de outras Unidades que atuam com a cadeia do leite em suas localidades para a construção da Chamada Pública de Ater – Leite, que foi discutida com 23 Unidades da Embrapa, em junho, em Juiz de Fora (MG).
Nessa reunião, foi deliberada a criação de um Comitê Gestor Nacional Embrapa/MDA para a referida chamada pública de assistência técnica e extensão rural. Alinhada a essas deliberações, a Embrapa respondeu rapidamente com a criação de um Comitê interno. A expectativa é que esse Comitê amplie seu escopo de trabalho e assuma novas responsabilidades relacionadas à cadeia do leite.

Texto:
Cristiane Vasconcelos (MTb/CE 1639)
Secretaria de Comunicação
Fone: (61) 3448-4247
E-mail: cristiane.vasconcelos@embrapa.br

Tecnologia facilita monitoramento do risco agrícola

Foto: Marcelino Ribeiro
Tecnologia facilita monitoramento do risco agrícola

O monitoramento do risco agrícola no País vem se tornando mais eficiente com o apoio da tecnologia da informação. Para realizar uma análise mais precisa de todas as informações referentes a perdas na produção, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) conta com uma Central de Informação de Risco Agrícola (Cira).
O sistema integra dados de diversas fontes, como crédito e seguro rural, indicadores socioeconômicos e zoneamento agrícola, permitindo gerar análises específicas. Por meio de gráficos, relatórios e tabelas, é possível traçar um panorama da situação atual e ainda produzir séries de dados históricos relativos a eventos climáticos, como seca, geada, vento, excesso de chuva, entre outros.
Os comunicados de ocorrências relacionadas à seca, por exemplo, podem ser monitorados diariamente, por estado ou município. Os dados abrangem o território nacional, incluindo todas as culturas do zoneamento agrícola brasileiro. Com isso, os boletins de monitoramento da safra emitidos pelo Ministério também usam a Cira como fonte para a elaboração das análises e recomendações.
Atualmente, a Central conta com informações de operações de crédito de custeio agrícola amparadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), de operações de seguro rural privado que contam com subvenção do governo federal e informações de indicadores relacionados à atividade agrícola provenientes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Conforme o coordenador-geral de Zoneamento Agropecuário do Mapa, Gustavo Bracale, a Central faz parte de um esforço maior do Departamento de Risco de Gestão Rural do Ministério para mapear e melhor qualificar os riscos produtivos na agropecuária brasileira. “Existem muitos dados estatísticos de diferentes instituições, ainda que dispersos, que podem e já estão auxiliando nesse objetivo”, afirmou.
Bracale ressalta que o projeto permite a integração dos dados relativos ao risco produtivo em uma base unificada, facilitando o cruzamento dessas informações e a geração de análises e estudos mais detalhados, que servem de orientação para ações conduzidas pelo Mapa no que tange à minimização de riscos de produção no campo. Como exemplo, aponta o estudo recente conduzido pelo Ministério para identificar áreas prioritárias para o programa de apoio ao seguro rural, visando otimizar a aplicação de recursos públicos destinados a essa política.
A tecnologia foi desenvolvida pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Mapa. O analista da Unidade Luciano Vieira Koenigkan conta que a Central foi estruturada para que o usuário do sistema possa obter os dados da forma mais adequada às necessidades, propiciando análises especializadas. Esse sistema funciona via web e é exclusivo do Ministério da Agricultura.
O uso de ferramentas de business intelligence (BI) possibilita extrair e integrar dados obtidos de variadas bases e diferentes formatos, como planilhas, bases de dados e outros sistemas, padronizando-os e permitindo a recuperação da forma mais apropriada, de acordo com o tipo de consulta que se deseja. “As ferramentas de BI ampliaram a quantidade e a variedade das informações. Assim, o usuário tem à sua disposição um conjunto de variáveis e pode combiná-las da melhor forma, para realizar suas análises”, explica Koenigkan.
A Cira é um serviço que integra o Sistema de Monitoramento Agrometeorológico Agritempo, consórcio que organiza e administra dados de um conjunto de mais de 1.300 estações meteorológicas espalhadas pelo País, resultado de parceria entre diversas instituições nacionais. Os sistemas são mantidos com recursos do Mapa, por meio de convênios de cooperação técnica firmados com a Embrapa Informática Agropecuária.

Texto:
Nadir Rodrigues (MTb/SP 26.948)
Embrapa Informática Agropecuária
Contatos: (19) 3211-5747 – nadir.rodrigues@embrapa.br